Vejo um grupo aqui que representa meus valores, minha essência, coisas perenes que foram sendo construidas do fundo da alma. Também vejo interesses, coisas que eu gosto e que representam esta minha busca constante por conhecimento, por viajar. Tem também pequenos prazeres que envolvem estar com amigos, ouvir uma boa música, se divertir. O cartão de crédito entra ai no meio para representar possibilidades, porque dinheiro é importante e para mim nunca caiu do céu... Acho que o que tem em comum entre todos estes objetos é uma certa independência, um traço que sempre tive e que fica super evidente nas minhas escolhas.
— Juliana
Comprei esta bonequinha em Lima, durante uma viagem de trabalho e assim que bati o olho nela, me senti representada. Estava viajando pela América Latina, cercada de cores, me sentindo super livre, leve. O fato dela estar andando de bicicleta me pegou muito também porque em vários momentos durante minhas meditações me imagino andando de bicicleta. Isso é engraçado porque não gosto de andar de bicicleta na vida real. Acho cansativo, desconfortável. Bicicleta para mim fica só na poesia, e esta bonequinha me traz um pouco dessa magia.
— Juliana
Este foi meu primeiro diário e ganhei ele no meu aniversário de nove anos de uma amiguinha. Lembro que quando ganhei, fiquei um tempão pensando no que iria escrever nele. Aos poucos ele acabou virando meu parceiro, meu confidente. Escrever virou um grande hábito e hoje é como se cada página que eu escrevo fosse capaz de guardar um pedacinho da minha vida. Desde então, sempre tenho um caderninho comigo.
— Juliana
Ganhei esta pulsera no meu aniversário de um amigo pouco depois de decidir me casar e quando vi esta pulsera, na hora pensei: ‘vou usar no meu casamento.’ Achei ela tão linda, tão delicada... meio pulseira de vó, sabe? E todo o meu vestido, acessórios, tudo aquilo que vesti naquele dia foi pensado para combinar com esta pulseira. Ela é linda! Parece que minha avó abriu uma caixinha e tirou esta pulseira para eu usar naquele dia.
— Juliana
Este globinho foi o primeiro da minha coleção. Comprei na Suiça numa loja de $1.99. Sempre achei coleções meio inúteis. Nunca fui de colecionar nada, mas comecei a comprar estes globinhos em viagens porque acho bonito, meio mágico, e hoje eles representam esta liberdade que a gente sente quando está viajando, esta possibilidade de ser pleno, de ser várias coisas dentro de uma só.
Se está na Turquia, coloca um lenço na cabeça e se transforma. Chega em Berlim, passa um batom vermelho, coloca uma flor azul no cabelo e vai. Chega no Japão e se sente uma gueisha. Vai para Índia e começa a meditar. Só em viagens que a gente se permite verdadeiramente ser algo além do que costumamos ser todos os dias.
— Juliana

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